12/07/2011
Novo livro de Stephen King será sobre o assassinato de John F. Kennedy
Sou fã de carteirinha de Stephen King. Prova disso é o blog criado pelo “rapaz” aqui. É só vocês vasculharem os assuntos postados nesta página que chegarão a tal conclusão, aliás muito óbvia. E para não fugir da velha rotina, vem aí mais um post sobre a obra do mestre do terror.
Hoje quero escrever sobre o novo livro de King que está previsto para ser lançado em novembro de 2011. A obra – que deverá ser prima – irá se chamar 11/22/63. O título do livro se refere ao dia, mês e ano em que o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy foi morto após três disparos no momento em que participava de um desfile em carro aberto no centro de Dallas.
O livro terá viagens no tempo, romance e aventura. Êpa! Cadê o terror? Espera aí, uma obra de Stephen King sem nenhuma pontinha daquele terror que provoca calafrios na base da espinha e depois vem subindo, subindo até chegar no “pé” da nuca para provocar um arrepio incontrolável? Pois é, taí, o motivo pelo novo livro do mestre do terror ter me deixado tão curioso.
O enredo da obra que vinha sendo guardado a sete chaves por produtores e ditora acabou vazando na internet e provocou um verdadeiro frisson na galera fissurada nas histórias de King.
Pelo que pesquisei, a história é sobre um sujeito que descobre no porão de seu restaurante um portal do tempo. Então, ele comunica esse fato para um professor, amigo seu chamado Jake Epping, que decide entrar no portal e viajar para o ano de 1958. O que ele mais deseja é reencontrar o grande amor de sua vida, uma linda bibliotecária, que por um capricho do destino acabou ficando com uma outra pessoa. Agora, Epping quer corrigir o erro cometido e que acabou culminando com a separação, por isso, não pensa duas vezes em embarcar nessa aventura.
Ao chegar em 1958 é que “cai a sua ficha”, pois é nesse ano que o presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy foi assassinado. “Então, porque não evitar essa tragédia, já que ele sabe de todos os detalhes, ou seja, quem irá atirar, de onde o disparo será feito, quantos tiros serão dados, etc, etc. Assim, o professor passa a correr contra o tempo para evitar o assassinato do lendário presidente americano, mesmo que essa atitude traga conseqüências imprevisíveis para o futuro.
Com certeza o livro terá muitas teorias de conspiração, reviravoltas no enredo – que só mesmo King sabe fazer com maestria – traições, suspense e muito mais. Por tudo isso, acredito que mesmo que o terror venha em doses homeopáticas, não deixaremos de ser brindados com uma história eletrizante.
“11/22/63” tem previsão de lançamento para 8 de novembro e deverá ter aproximadamente 1.000 páginas, mas algumas reportagens dão como certas 800 e poucas páginas. Não importa, de uma forma ou de outra a obra será um verdadeiro “calhamaço”, do tipo “A Coisa”, cujo número de páginas chega bem perto.
Portanto, está aí! Agora só resta esperar contando nos dedos o lançamento de “11/22/63”. E que venha King!
06/07/2011
O Destino do Poseidon
Todos nós devoradores de livros, ratos de biblioteca, leitores inveterados, sei lá, chamem-nos do que quiserem – o que importa é que amamos ler – temos um livro considerado o nosso amuleto. Aquela obra que guardamos com todo o carinho num lugar de destaque em nossa estante e que não emprestamos à ninguém. Quase sempre, esse “objeto de paixão” é aquele exemplar raro que vínhamos tentando adquirir a anos ou décadas, sem sucesso, mas num belo dia... pimba! Conseguimos! Então comemoramos com foguetório, churrasco e outras coisas mais, porque finalmente vamos saciar a nossa fome de leitura que já estava nos matando.
Exagero? Nenhum. Mas só quem ama ler vai entender o que representa esse frenesi, esse vício gostoso e salutar.
No meu caso, o livro que guardo como uma verdadeira relíquia chama-se: “O Destino do Poseidon”, de Paul Gallico. Lembro que na época, pelejei muito para conseguir um exemplar e só fui realizar o meu sonho após manter contato com um livreiro numa comunidade do Orkut. Ele conseguiu um exemplar à peso de ouro, mas mesmo assim, não pensei duas vezes e comprei o livro.
Porque queria tanto esse romance? É que na minha pré-adolescência já era apaixonado por livros que “emprestavam as suas histórias” (como eu costumava dizer naquele tempo) para o cinema. E me recordo que fiquei fissurado num filme onde um enorme transatlântico, após ser atingido por um vagalhão, virava de cabeça para baixo, fazendo com que um grupo de sobreviventes lutasse para chegar ao casco antes que a embarcação afundasse. Apesar de ser apenas um crianção naquela época, recordo que no filme tinha um pastor atlético que assumia o papel de líder do grupo; um tira grosseiro casado com uma mulher loira, mimada e mal educada; além de uma senhora gorda e simpática que no meio do filme, num gesto heróico colocava a vida em risco para salvar os seus companheiros.
No dia seguinte, após ter assistido ao filme, fui correndo até a biblioteca da minha escola e passei horas e horas lendo o livro e admirando as suas ilustrações. Acabei me apaixonando pelos personagens. Anos depois, já adulto, o tal do livro voltou a minha memória reativando toda aquela vontade louca de relê-lo. Pronto, e lá vai este blogueiro de primeira viagem atrás da obra de Paul Gallico.
Hoje, tenho a edição de bolso, surrada, de “O Destino do Poseidon”, publicada pela Edibolso em 1978, como o meu talismã. E posso garantir que valeu a pena todo o sacrifício para adquiri-lo, pois foi um dos livros que mais me tocou, chegando ao ponto de me obrigar dar um tempo na leitura dos contos de “O Incrível Homem que Encolheu”, somente para reler a obra de Gallico. E olha que eu dei um “breque” numa obra de Richard Matheson! Para que você veja a importância desse meu talismã que guardo em minha estante como uma jóia lapidada.
“O Destino do Poseidon” conta a história de uma catástrofe em alto mar que prende o leitor da primeira a última página. O S.S. Poseidon, um antigo e gigantesco transatlântico convertido em navio de cruzeiro, transportando mais de 500 passageiros numa viagem de réveillon, é atingido por uma gigantesca onda que acaba virando o navio de cabeça para baixo. No meio dessa tragédia temos dois grupos de sobreviventes: um composto por pessoas conformadas que preferem aguardar o salvamento no meio dos destroços e outro grupo formado por aventureiros que decidem encarar uma viagem cheia de perigos até o casco do navio que se encontra na superfície. O livro é sobre esses aventureiros. Suas vitórias, derrotas, tristezas, alegrias, desentendimentos, traições, provas de amizade e coragem, durante essa jornada suicida.
Contextualizando dessa maneira, sei que passo a impressão de “O Destino do Poseidon” ser uma história com foco direcionado exclusivamente para a aventura e nada mais. Pois é mero engano. Paul Gallico foi inteligente o suficiente para não transformar a sua obra apenas num festival de pirotecnia com múltiplas explosões, inundações, turbinas e geradores pendendo de cabeça para baixo, aço retorcido e navio se desintegrando aos poucos. Ele deu “alma” a sua história. “O Destino do Poseidon” é antes de tudo, um livro que mostra o valor da amizade e do amor. Um livro que desnuda a alma dos seus personagens, expondo os seus medos, as suas virtudes e também os seus defeitos. Quanto a aventura, é evidente que tem, e em abundância, mas não é tudo.
Outra coisinha. Muitas pessoas deixaram de ler a obra de Gallico porque já haviam assistido aos filmes - ou com o Gene Hackman, em 1972 ou então aquela bomba monstruosa de 2006 com o Josh Lucas e o Kurt Russel - pensando que livro e filme são iguais. Outro engano. Os enredos são totalmente antagônicos. Muitos personagens do livro não foram incluídos na super-produção cinematográfica de 72, além do final ser bem diferente. Quanto ao remake “Poseidon”, de 2006, me recuso a tecer qualquer comparação com o livro, pois o filme dirigido por Wolfgang Petersen não é merecedor sequer de ser citado neste espaço, já que “assassinou” história e personagens da obra de Gallico que deve ter se revirado no túmulo quando soube do morticínio que praticaram com a sua obra de arte.
Um dos motivos que me levou a reler esse livro várias vezes, inclusive agora, foi a complexidade dos personagens. Imagine um Big Brother dentro de um navio de cabeça para baixo e prestes a afundar de vez. Como essas pessoas se comportariam numa situação de risco? É dessa forma que vejo o livro de Gallico.
O leitor vai conhecer o líder que assume a responsabilidade pelo bem estar do grupo, além do compromisso de retirá-los daquela situação de risco; a egoísta que só pensa nela, colocando a sua vida acima de todas as outras, sendo capaz de empurrar alguém no abismo somente para salvar a própria pele; o submisso que mesmo sendo humilhado e achincalhado está sempre do lado da sua “algoz” para o que der e vier; o gênio que tem idéias brilhantes nos momentos de perigo, quando todos acreditam que as esperanças já chegaram ao fim; além de muitos outros personagens complexos.
Do grupo dos 15 aventureiros que decidem iniciar a escalada até o casco do navio, quatro merecem atenção: Frank Scott, Belle Rosen, James Martin e Linda Rogo. O primeiro pela sua liderança que às vezes “beira” as raias da insanidade. Para padre Frank Scott – jogador de baseball aposentado - o que importa é conseguir salvar o maior número de pessoas, contando com ele, é claro. Por isso, o reverendo “joga duro” para conseguir o seu intento, nem que para isso, tenha que abandonar – sem nenhum remorso – os feridos ou então aqueles que se perdem ao longo da jornada. Para estimular os seus seguidores a chegarem até o casco do Poseidon vale tudo: elogios, críticas ou xingamentos. Uma liderança que após várias releituras aprendi a definir como “liderança visceral”. Um personagem que em alguns momentos da narrativa você ama e em outros, você odeia.
Belle Rosen é a matrona gorda e bonachona que na maior parte do tempo é um empecilho para o grupo. Por causa da sua obesidade, ela não consegue escalar as plataformas e as escadas que estão invertidas, obrigando o grupo a improvisar meios que a façam vencer os obstáculos. Nessa hora vale tudo, desde amarrar cordas em sua cintura e puxá-la para cima até empurrá-la por trás quando fica “entalada”. E no meio do livro, quando você já se habitua a ver a mulher bonachona como uma pedra na vida do grupo de aventureiros, eis que surge uma situação inesperada que pode colocar toda a missão em risco; um obstáculo que para todos os integrantes do grupo se torna intransponível, menos para Rosen, que após superá-lo com muita coragem passa a ser vista com outros olhos por todos, como uma verdadeira heroína.
Spoiller!: Quanto ao tímido, calado e insignificante, James Martin, a surpresa é ainda maior. Após a morte de Frank Scott, o pacato Martin surpreende à todos reivindicando o papel de líder e passando a comandar o grupo com toda segurança e autoridade. Nem mesmo o brutamontes Mike Rogo ouça contradizê-lo, resignando-se a submeter-se ao seu comando.
Quanto a Linda Rogo, pode ser vista como a autêntica vilã do grupo. Egoísta, ardilosa, dissimulada, hipócrita e falsa. Junte todos esses ingredientes e tempere com muita maldade e você terá uma Linda Rogo. O seu egocentrismo atinge um nível tão alto que a vida dos seus colegas de jornada passa a não ter importância nenhuma. No seu amplo egoísmo o que interessa é salvar a sua vida, os outros que se danem.
Prepare-se também para ler trechos emocionantes e de muita ação, como o momento em que o navio vira após receber o impacto da onda gigante. Paul Gallico descreve em detalhes o que ocorre com o antigo transatlântico na hora do impacto. É algo de tirar o fôlego.
Então, esta aí! Um livro que merece ser lido e relido várias vezes. Agora, se você deseja adquiri-lo, mas está com receio de não encontrá-lo em nenhum lugar por se tratar de uma obra rara. Fique tranqüilo, desde o advento da implantação do portal Estante Virtual (www.estantevirtual.com.br) , “O Destino do Poseidon” deixou de ser considerado uma obra rara. Acesse o portal e você verá que vários sebos disponibilizam o produto. E o melhor... à preços módicos.
Então, só resta dizer: embarquem nessa aventura e boa leitura!
02/07/2011
O incrível homem que encolheu
Antes de tudo quero parabenizar a Novo Século pela iniciativa de publicar os antigos clássicos de Richard Matheson, considerado, por mim, um dos gênios da literatura de terror. Se não fosse essa editora, com certeza, estaríamos privados de verdadeiras obras primas como “Eu Sou a Lenda” e “O Incrível Homem que Encolheu”. Para você ter uma noção da importância dessa idéia da Novo Século, basta dizer que o livro “Eu Sou a Lenda”, publicado pela editora Francisco Alves há 30 anos se tornou uma autêntica “peça” de colecionador. Quanto ao “Incrível Homem que Encolheu”, pode esquecer, pois desconheço alguém que tenha o livro antes do lançamento por parte da Novo Século.
Mas vamos ao que interessa: “O Incrível Homem que Encolheu”. Acabei de ler o romance há menos de dois dias, agora estou devorando os outros nove contos que completam a obra. Fiquei tão impressionado com a história de Socott Carey que nem esperei terminar a leitura do livro em seu todo, ou seja, com os outros contos. Quero dividir com vocês a impressão que tive dessa história fantástica; depois farei um novo post opinando sobre os outros nove contos do livro, assim como fiz com “Os Contos Fantásticos de Eu Sou a Lenda”.
Uma história angustiante, claustrofóbica e aflitiva. É dessa forma que defino as 203 páginas da sofrida saga de Scott Carey, popularmente conhecido como “O Incrível Homem que Encolheu”. À cada página virada sentia um aperto no peito e juro que após terminar a narrativa fiquei muito impressionado, aliás, impressionado demais. Tanto é, que cheguei até medir a minha altura “umas” duas vezes. Aha, aha, aha, aha... Você está rindo é? Debochando? Ok, ok.... então lhe convido a encarar a leitura do livro. Depois me escreva se tenho ou não razão.
Imagine alguém que após uma combinação de dois acidentes descobre que vem perdendo exatos três milímetros por dia. O infeliz sujeito tenta de todas as maneiras reverter essa situação, mas nenhum médico ou pesquisador consegue solucionar o problema. E assim, a sua via crucis vai prosseguindo até culminar, quem sabe, no fim de sua existência quando atingir a marca de zero milímetro.
Sei que à primeira vista pode parecer difícil algum leitor se impressionar com um enredo tão inverossímil como este. Mas não se esqueça que o autor da história é o mestre Richard Matheson, capaz de transformar uma idéia banal num verdadeiro pesadelo kafkiano.
Matheson escreveu o seu romance em dois atos que se cruzam durante toda a história. No primeiro ato, ele nos mostra a luta do personagem principal em tentar encontrar uma solução que o faça parar de encolher. Essa parte da história é angustiante; muito mais do que o segundo ato, que mostra as aventuras do personagem já numa altura milimétrica, enfrentando um gato, uma aranha “viúva negra” e um pardal, além de tentar escalar, no porão de sua casa, cadeiras e armários com uma linha de costura (que para ele seria o mesmo que uma corda bem grossa) em busca de comida.
Achei o primeiro ato da história mais impressionável porque expõe ao máximo todo sofrimento de Carey. Ele sabe que vai acordar cada dia menor e isso dá uma aflição enorme em quem lê o romance. Matheson desnuda sem nenhuma piedade essa agonia do personagem. Primeiro ele perde o respeito da mulher e depois da filha que é apenas uma criança. Isso fica evidente num trecho do romance: “portanto, quando ele deixou de medir um metro e oitenta e dois e sua voz deixou de ser a voz que ela conhecia. Beth deixou de enxergá-lo como seu pai... e foi isso o que aconteceu: o respeito da menina foi se desvanecendo mais e mais. Sobretudo, quando o nervosismo de Scott começou a lhe provocar acessos de raiva. Ela não podia compreender ou apreciar... E naquele momento, ele não passava de um horrível anão que gritava e esbrabejava com uma voz muito divertida. Para ela, deixara de ser um pai e se transformara numa esquisitice”.
Quanto ao sofrimento relacionado a sua esposa, Scott Carey desce ao fundo do poço quando descobre que não pode mais satisfazê-la como homem e tão pouco sentir prazer. Por isso quando fica menor do que um anão, ele chega ao ponto de se apaixonar platonicamente pela babá de sua filha, uma moça gorda, atarracada e medindo menos de um metro e meio. É uma das poucas passagens cômicas do livro. Scott, escondido atrás da janela do porão, passa a contar os minutos para “engolir” a babá com os olhos, satisfazendo assim, os seus desejos secretos.
Outra situação humilhante mas ao mesmo tempo dramática, é o momento em que o incrível homem que encolheu implora para que a sua esposa Louise o deixe passar uma noite com uma anã que trabalha num circo. Cara! Juro que fiquei emocionado nesta parte do livro. Coloquei-me no lugar do personagem principal e pude sentir toda a sua angustia. Scott diz à Louise que conheceu uma mulher de sua estatura e quando é contestado pela esposa, ele retruca respondendo, quase a beira das lágrimas que não lhe resta coisa alguma e que dentro de pouco tempo aquela anã será uma gigante para ele. “A única coisa que posso esperar do futuro é a desintegração. Continuarei assim, dia após dia, cada vez menor e estarei sozinho. Mesmo essa mulher (anã) estará fora do meu alcance. Mas agora, Lou, por hora, ela é companhia, afeto e amor”.... “Você ainda pode ter quem você quiser, e quanto a mim?”.... Isso é apenas uma pequena parte do diálogo que compõe a cena dramática entre Scott e sua esposa Louise.
Mas “O Incrível Homem que Encolheu” não se resume somente a drama e angústias; brinda também os seus leitores com muita ação, aliás, cenas antológicas, como o embate mortal entre o milimétrico Scott e a aranha viúva negra que habita no porão. É de prender a respiração do leitor. A perseguição do pardal que ataca o infortunado personagem também é outra parte do livro que vale a pena. Quanto a luta com o gato, é outro momento antológico.
E prepara-se para o final do livro que rompe todos os paradigmas que você construiu durante a leitura. O que quero dizer é que Matheson, inteligentemente, preparou o leitor – durante toda a história – para um final óbvio, que inclusive o próprio personagem aguardava de maneira resignada. Então... então... bem... chega né, senão vou transformar esse post num festival de spoilers.
Mas preste atenção no final da história; com certeza você que não conhece o livro, nem o filme baseado na obra, terá um choque.
E para finalizar, quero registrar a maravilhosa arte da capa da obra. De fato, a editora Novo Século caprichou. Foi muito feliz.
“O Incrível Homem que Encolheu” é o tipo de leitura que posso definir como obrigatória para os fãs do gênero fantástico com pitadas de terror e drama. Vale à pena!
Voltarei nos próximos post escrevendo o que achei dos nove contos que completam o livro. Adianto que já li “Pesadelo a 20.000 pés ” e “O Teste”... por enquanto estou gostando. Inté!
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