07/06/2015

Fim do mistério: Saga Crossfire só vai para as telinhas em 2016. Pelo menos é o que afirma Sylvia Day

Em julho do ano passado  publiquei um post no blog sobre os livros que poderiam ser transformados em séries de TV em 2014 e 2015. Desde então, surgiram muitos questionamentos de leitores sobre a saga "Crossfire" de Sylvia Day. A galera está me cobrando mesmo! (rs). Coisas do tipo: - “E aí, José Antônio? Você não anunciou que os livros da Sylvia Day irão para a TV? E então, quando é que sai essa adaptação?!"
Caramba! Estou me sentindo encurralado (rs). Só restou-me partir para uma pesquisa profunda, e 'bota' profunda nisso! Nos sites, blogs e também jornais, revistas e demais publicações eletronicas "from Brazil" que visitei, pouco se fala. A notícia sobre a 'transformação' da saga em série ou minissérie caiu nas redes sociais no começo de 2013 como um caldeirão com óleo fervendo 'a 10 mil graus centígrados', mas então, esse óleo foi esfriando, esfriando e pufffti! congelou, se transformando em gordura.
As notícias veiculadas por aqui, algumas bem recentes, dizem que a tal série pode sair em janeiro, abril ou maio. Mas só um intantezinho.... janeiro foi embora e agora nós já estamos em maio!!!!! My God! Isto quer dizer que a série não saí este ano??!!!! Gente, sinceridade? Não sei. É, não sei mesmo. Por isso, comecei a vasculhar ‘tudo o que é site’ que aparecia na minha frente. Parecia um daqueles cavalos que viveram quase a vida inteira num pasto ralo e sem capim, mas que de repente descobre um Oasis verdejante. Fui que fui, mas as informações desencontradas eram as mesmas, então parti para as páginas especializadas em cinemas, séries de TV e finalmente naquelas de outros países.
As notícias de sites como “Omelete”, “Estadão”, “Extra”, O Globo”, “Folha”, etc e mais etc, datavam de 2013 ou comecinho de 2014. Resumindo: nada atualizado que valesse uma divulgação. Pôxa, eu queria algo do tipo: - “Definida a data de estréia de Cross Fire na TV. Série estréia no começo de julho”. Ohohohoh!! Aí seria demais né galera (rs)? Tudo bem... que fosse, então: “Crossfire vai mesmo para a TV. Teste para a escolha de atores principais já começou”.
Não encontrando nada por essas bandas, decidi ir para as bandas de lá. Fui entupindo os meus dois navegadores com janelas e mais janelas abertas até o processador do meu PC gritar em agonia desesperadora: “Chegaaaaaaaaaa seu FDP insensível de uma figa!!! Quer que eu morra?!!”. E numa dessas páginas abertas encontrei a jóia que tanto procurava; quer dizer, uma jóia meia boca, mas que nem por isso deixa de ser uma jóia.
Com o título em letras garrafais: “Crossfire:Sylvia Day dévoile de nouveaux détails sur l’a adaptatiom télé”, o site de variedades francês TVQC (não confundir com CQC) mostra uma entrevista  de Silvia Day, autora da coletânea Crossfire (Toda Sua, Profundamente Sua, Pra Sempre Sua e Somente Sua) onde ela confirma que a Lionsgate, de fato, adquiriu os diretos de filmagem para a televisão de sua obra e que a série será lançada somente em 2016. Pronto!! O mistério, finalmente, foi desvendado e com palavras que saíram da boca da própria autora da saga. Ela anunciou ainda que os produtores pretendem dedicar uma temporada inteira para o primeiro volume, no caso, “Toda Sua”. Quanto as próximas temporadas, tudo irá depender da aceitação do público. Por isso, não está confirmado que todos os livros de Crossfire serão adaptados para a telinha; por enquanto, como já disse, apenas o primeiro tem essa garantia. Mas, cá entre nós, você está descrente de que a primeira temporada vai naufragar? Cara, com a Sylvia Day inspecionando o roteiro de perto não dá pra acreditar que isso ocorra, por mais ‘pedreiro’ que seja o diretor. A mulher cuida da sua obra como uma mãe cuida de seus filhos. Por isso, você que é fã da ‘tia do erotismo’ pode ficar em paz.
Quanto a atores e diretor, esqueça; não há nada definido. Tudo o que você leu por aí não passa de especulações.
Capiche?

Inté.

05/06/2015

Cimarron

Ontem, estava dando uma espanadinha no pó da minha estante quando me deparei com um livro esquecido há ‘milênios’. Ele estava lá, num cantinho, isolado, tombado e todo menosprezado. Ao ver a sua capa, lembrei-me de sua origem. “- Caraca! Este é aquele livro que ganhei daquela pessoa que me ‘doou’ uma caixa cheia de revistas antigas!”, exclamei. Pois é galera, “Cimarron”, de Edna Ferber veio junto com um monte de revistas rasgadas e velhinhas, sem utilidade pra nada. Do quase presente de grego que ganhei; o livro e, acho que, duas revistinhas ‘Seleções’ foram as únicas coisas que se salvaram.
Achei a capa bonita e o coloquei na estante, apenas para fazer número. O motivo da falta de interesse na obra de Ferber (escrita originalmente em 1929 – a minha edição é um relançamento do Círculo do Livro) é que nunca senti amores por livros de faroeste. E foi aí que cometi um erro crasso, já que “Cimarron não pode ser considerada uma obra tradicional do gênero, ou seja, do tipo ‘cospe bala’ para todos os lados. Após ter lido e gostado da obra, posso dizer que a essência do enredo diz respeito ao desbravamento do território de Oklahoma, representando uma fase da história dos Estados Unidos.
Aí você, com certeza, afirmará: - “Pô, se for assim, o enredo deve ser muito descritivo e cansativo!”. Não. Não é. Por acaso, você achou “As Vinhas da Ira” John Steinbeck cansativo? Os dois livros abordam momentos diferentes da história americana. Steinbeck explora a Grande Depressão dos anos 30 que destruiu fazendas, despejou famílias e deixou milhões de desempregados nos Estados Unidos. O desespero levou os pequenos arrendatários que perderam as suas propriedades a realizar um verdadeiro êxodo para a Califórnia em busca de emprego. Terra, que segundo eles, corria o leite e o mel, mas ao chegarem lá, acabam conhecendo a dura realidade e foram obrigados à enfrentá-la.
Já “Cimarron” aborda um período bem mais remoto da história da ‘Terra do Tio Sam’: a colonização do estado de Oklahoma que começou no início do século XIX.
Posso garantir que as duas obras, apesar de descritivas, tem enredos por demais atraentes, além de contar com personagens muito carismáticos. Se em “As Vinhas da Ira” temos a família Joad; em “Cimarron” temos os Yancey. Cada um, à sua maneira, tentando derrubar muros considerados intransponíveis, erguidos por grupos de pessoas poderosas.
Ferber conta a saga do advogado, ex-jornalista e aventureiro Yancey "Cimarron" Cravat que em 1889 se casa com uma dama do Sul e resolve retornar ao Oeste, tentando conseguir as terras com as quais sonhara construir um rancho e criar gado, aproveitando a "Corrida pela terra" iniciada com a concessão do governo americano de vários hectares  de Oklahoma para a colonização, adquiridos dos índios. E assim, o casal acaba se transformando em pioneiros do novo estado americano. Além dos Yancey, são vários os competidores pelas terras, alguns, ao logo da jornada acabam se tornando seus amigos, enquanto outros viram inimigos.
Dentro desse contexto, ocorrem as brigas, trocas de tiros, romances, desavenças e traições. O que me chamou a atenção é que a autora soube dosar com perfeição, romance, drama, descrição e ação; da mesma maneira que Steinbeck também procedeu com o seu “Vinhas da Ira”.
Os personagens que vão desfilando nas páginas de “Cimarron” acabam conquistando os leitores; até mesmo os vilões e vilãs tem o seu charme.
Para aqueles que ainda relutam ler a saga dos Yancey, posso tentar convencê-los, usando o argumento de que a história de Ferber serviu de roteiro para dois verdadeiros clássicos do cinema. O primeiro “Cimarron” que passou nos cinemas em 1931 com Richard Dix e a ultra famosa e disputadíssima, naquela época, Irene Dunne conquistou as estatuetas de melhor filme, direção de arte e roteiro adaptado. Recebeu ainda indicações nas categorias de melhor ator, atriz, diretor e fotografia. Quanto ao “Cimarron” de 1960, apesar de  mais modesto, ainda conseguiu ser indicado ao Oscar por ‘Melhor Direção de Arte’ e ‘Melhor Som’.
Se apesar de todos esses argumentos, você ainda continuar na dúvida quanto a leitura do livro, só posso dizer: paciência.

Inté! 

02/06/2015

Depois do sucesso de cães e filhotes nadando, fotógrafo ‘ataca’ de “Bebês Submarinos”

Se existe um cara em todo o mundo que pode fazer jus ao famoso jargão do personagem Chaves – “Não contavam com a minha astúcia” – ele se chama: Seth Casteel. Este fotógrafo americano é muito esperto, aliás, vivíssimo e graças a essa ‘astúcia’, resolveu lançar três livros que nem mesmo o mais ogro dos homens poderá deixar de comprar. Quanto as mulheres, então, nem se fale, a invasão às livrarias deverá ser em massa.
Você deve estar curioso pra saber quais livros são esses. Ok, eu conto. Na realidade, são ensaios fotográficos de cães adultos e filhotes, e agora, mais recentemente, bebês bricando ou nadando – como quiserem – debaixo d’água!!
E quando escrevi acima que nem mesmo o mais ogro dos homens poderá resistir a essa investida do fotógrafo, tomo eu mesmo por parâmetro. Cara, cachorro prá mim, só de longe. É verdade! Talvez devido as minhas frustrantes experiências passadas com cães, adquiri certa desconfiança com os bichinhos; mas ao ver o livro de Casteel, comecei a babar e acreditem, voltei a morrer de amores por esse animal.
Ver as fotos daqueles filhotes nadando com as mais variadas expressões é divinamente encantador: alguns com estilo e sarcasmo, outros desajeitados e assustados.
Em “Filhotes Submarinos”, lançado pela editora Intrínseca, o público se surpreende com belos registros de mais de 70 cachorrinhos. O livro é uma sequência de “Cachorros Submarinos”, da mesma editora, também de Casteel, lançado no ano passado. 
Os famosos personagens do livro são das mais variadas raças, entre os quais labradores, border collies, pit bulls, boxers, pastores alemães, dálmatas, entre outros, com idades entre seis semanas e seis meses. 
Eles se divertem na água com bolinhas de tênis e bambolês
. Todos os filhotes – grande parte deles disponíveis para adoção – já sabiam nadar o que facilitou o trabalho do fotógrafo.
Agora, como não bastassem esses dois livros, o sujeito dá o seu tiro de misericórdia, fazendo com que os mais duros corações - que já tinham ficado amolecidos com as fotos dos animais – se derretessem de vez.
No próximo dia 20 de junho está programado o lançamento no Brasil do livro “Bebês Submarinos” que traz as fotos de aproximadamente 60 crianças em seus primeiros meses de vida... nadando numa piscina!! Alguns até debaixo d’água. E todos eles com expressões da mais pura e inocente alegria. Agora responde com toda sinceridade: “Qual coração agüenta esse ‘golpe baixo’? Cara, o livro deve ser encantador!
Para chegar ao resultado esperado das fotos selecionadas, Casteel acompanhou aulas em diversas escolas de natação. Os bebês tinham de 4 a 17 meses e mergulhavam por poucos segundos. Com essa limitação, o profissional declarou que as fotos tinham que ser tiradas de forma muito ágil.
A obra de 112 páginas que será lançada no dia 20 de junho, já está em pré-venda nas principais livrarias virtuais por R$ 27,90.
Não custa nada você já garantir o seu.
Segue os detalhes técnicos do livro:
Título: Bebês Submarinos
ISBN: 9788580577556
Idioma: Portiguês
Encadernação: Brochura
Formato: 112 páginas
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